EM MATO GROSSO:
Publicado: 08/05/2026
A Polícia Civil da Paraíba, responsável pelas investigações, não informou detalhes das prisões e também não divulgou as identidades nem as participações dos suspeitos no crime.
Uma coletiva de imprensa foi convocada para a sexta-feira (8), em João Pessoa, para a corporação dar mais detalhes da dinâmica das prisões e a participação de ambos na chacina.
De acordo com corporação, a principal linha de investigação sobre os quatro trabalhadores baianos mortos envolve uma suposta dívida de drogas relacionada a um dos trabalhadores, identificado como Lucas Bispo, de 22 anos. Os outros três homens não tinham dívidas do tipo.
No dia 8 de abril, um homem suspeito de envolvimento no caso foi preso durante uma operação conjunta da Delegacia de Homicídios e da Guarda Civil Metropolitana, em Bayeux, também na Grande João Pessoa. Ele foi localizado em uma casa no bairro Comercial Norte, após seis dias de investigações. Com o suspeito, os agentes encontraram o celular de uma das vítimas.
Segundo a Polícia Civil, o homem preso já havia sido detido anteriormente por tráfico de drogas e faz parte da organização criminosa. A polícia informou, no entanto, que ele não era o fornecedor de drogas do trabalhador, conforme as apurações.
De acordo com a polícia, cinco suspeitos, além do preso, já foram identificados como envolvidos na execução dos trabalhadores e na ocultação dos corpos. Todos estão foragidos e têm mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário.
Durante a operação que prendeu um dos homens envolvidos, uma mulher que estava no local da prisão e também foi presa por tráfico de drogas. Segundo a investigação, ela não aparece como tendo ligação com o crime.
O crime:
Quatro corpos foram encontrados em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, na madrugada do dia 3 de abril.
A perícia inicial indica que as vítimas foram mortas havia dois dias, por disparos de arma de fogo. Três delas estavam com as mãos amarradas para trás. Ainda de acordo com a polícia, o carro teria sido roubado no município de Santa Rita, na Grande João Pessoa.
Devido ao avançado estado de decomposição, não foi possível identificar visualmente as vítimas nem a quantidade de perfurações. Exames cadavéricos foram necessários para confirmar as identidades.
Cariri em Ação
Com: Jornal da Paraíba.

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